Criado por decreto presidencial em 1957, o Museu da Abolição foi aberto ao público somente em 1983, dividindo espaço com a Superintendência Regional do IPHAN no sobrado desapropriado para ser sua sede. Em 1990 foi fechado devido à reforma política imposta pelo presidente Fernando Collor de Melo, reabrindo em 1996, com duas salas de exposição temporária e um memorial. Em 2005 com apenas dois funcionários a visitação pública foi suspensa e a equipe do museu decidiu iniciar um amplo debate para decidir o futuro da instituição, iniciando o processo de elaboração participativa do Museu da Abolição com um seminário chamado “O Museu que nós queremos” que reuniu diversos seguimentos da sociedade, entre profissionais de museus, entidades religiosas, acadêmicos e militantes de movimentos sociais. Deste seminário, e ao longo de diversos encontros, foi elaborado um documento que indicava o desejo da reabertura do museu com ocupação integral do Sobrado Grande da Madalena. Em março de 2008 o museu reabriu com a exposição campanha “O que a Abolição não aboliu”, cujo principal objetivo era sensibilizar a sociedade e agregar mais parceiros e colaboradores ao projeto de elaboração participativa do Museu. Atualmente o Museu integra o conjunto de museus do Instituto Brasileiro de Museus e passa por um período de estruturação organizando-se para ocupar todo o espaço do Sobrado Grande da Madalena ampliando sua equipe e acervo.
Exposições: Acervo: Atividades: Visitação: Ingresso: Endereço: Contatos: Natureza administrativa: Público - Federal Vinculação: Instituto Brasileiro de Museus/Ministério da Cultura Localização: Região Metropolitana As informações disponíveis nesta página foram fornecidas pelos responsáveis do museu. Caso encontre alguma informação incorreta por favor, entre em contato conosco. | ![]() |
| Fachada do Museu da Abolição | |
| Exposição temporária Mwangole - Gente de Angola | |
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| Acervo durante a exposição "O que a Abolição não aboliu" |




